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Um abraço grande a todos, estou esperando-os lá!



Escrito por L(max) às 12h15
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Sono!!!

Hoje senti aquele ardor,a poesia mão escrevendo
Que a muito não sentia.
Os olhos vidrados e o torpor,
Daquela adolescencia que sorria.

Ardi os sentidos mais profundos,
Vazei em muitas frases furtivas.
Fugi de meus proprios conceitos,
Sonhei todas as vontades altivas.

Mas esse sono que me consome,
Não deixa meus sentidos torridos.
Continuo buscando em um divagar insone,
Aquele desejo de saciar nossas libidos.

Sei que posso saciar-me em teus lábios,
Assim entregando-te minha pura herança.
Farei-te como chama flambada em raios,
De uma paixão tempestivamente mansa...

L’(Max) 13.10.2008 (a bordo do voo 3170)
“Lua cheia, Peito idem!”



Escrito por L(max) às 11h23
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By L'(Max)

Insanidades!

Foi-se o tempo do desprendimento,
O sonho triste das tardes lúdicas.
Abrolhando o autêntico sentimento,
De minha alma em somas cúbicas.

Sonhei por vidas tomar-te aos braços,
Cruzei por mundos de intempéries.
Tomei-a como a carne encobre o aço,
Invasão sob nossas peles compelis.

Estrelas caindo sob o firmamento azul,
Cantando sonhos de nosso transpor.
O vento que se fez quente vindo do sul,
O cintilar agudo de um exato Amor.

Nossos corpos síncronos e suados,
Na magia de uma noite longa e sedenta.
O aroma doce de verões enluarados,
A literalidade acobardada que nos alenta.

Insanidade que deslumbra rebento alheio,
É prestímano do resto de nossas vidas.
Nossos corpos fissionados em teu seio,
Originando êxtase sobrepujado e salivas.

E nessa pseudo Insanidade...
Não contaremos mais idade...
Só seremos felicidade...
Da própria saciedade...

(TCoML)
L’(Max) 01.12.2008



Escrito por L(max) às 19h59
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"INVERSO..."

Expus-me no escrever de minha pena
errei sobre a verdade inexata
de minhas próprias incertezas...
Em meus sonhos inventados e agnósticos
transmutarei minhas palavras em versos
imaginados sob o devaneio poético de seu corpo...
Abrilhantar-te-ei em um orvalhar de poesia
expandindo o gozar de nossas almas
com a absoluta insensatez de uma escrita...
Vivenciaremos a transformação
de o errôneo amar humano por suas indigências
na conversão de um acertado desejo escrito...
E nessa criação mágica e absorta
mostrasse-a como o observar de poeta
que em seu todo é a mesma dubitável poesia...
No silêncio recluso de meus desejos
o margear de meus instintos
vaguearão no brilho de seus olhos
Abancando minha inspiração!

L´(Max) 12.09.2008



Uma ótima semana...



Escrito por L(max) às 13h31
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Suplica!

Força etérea de minha existência,
Conduza em magia minha clemência.
De onde venho é escuridão, só ha pó,
Almas vagando sob esse extenso nada.

Escuto essa chuva impiedosa assolar,
E ao fundo o bater das ondas do mar.
Meus sentidos aguçados pela meia dor,
O sono que fugiu como todas as noites.

Suplico ao Poderoso que me trace o rumo,
Cuide da minha estada como seu insumo.
Fortifique minha serenidade deflagrada,
Meus sentidos raros, com  lamina de espada.

Minha alma deseja o desejo humano,
Meu corpo deseja o sentir mundano.
Meus dias de felicidade estão em meu peito,
Cravados nos sentidos de minha mente.

Força eterna de minha existência,
Traduza em versos minha demência.
De onde estou vejo a luz, velas acesas,
Queimando minha dor em dança inflamada.
...Que luz se faça!...



Escrito por L(max) às 00h58
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Amigos, neste final de semana fiz uma coisa diferente...Escrevi e fiquei com vontade de declamar. Declamei! Então ta ai, poesia e video.
Eu já havia feito um ensaio com a poesia "Até o Exterminio", mas não ficou muito bom, pois meus equipamentos não estavam 100%, fiz num quarto de hotel barulhento em Copacabana e tive que modificar muito a vóz!
Agora não, esse eu não precisei fazer nada, só montar o video colocar a declamação e depois a musica de fundo, que alias, adoro!
Um grande Uta e espero que gostem...

 

L'(Max) 30.08.2008

Poesia declamada, Aquele Olhar - L'(Max)
Voz: L'(Max)
Musica: The Eyes of Child - Tarja Turunem

***********************$$***********************

AQUELE OLHAR (escondido)

Aquele olhar escondido,
Como o espreitar de bandido.
Um oceano de mistérios,
Em que o sol nos entorpece.
Nessa imensidão úmida,
Une em magicidade nossa vida!

Aquele olhar bandido,
Que arrepia em estampido.
Uma tormenta de paixão,
Onde os medos se afloram.
Dessa inquietação única,
Faz-se a luz da arremetida!

Aquele olhar banido,
Que aguou entristecido,
Secou meus desejos,
No ruir de um amargo beijo.
Inventei meu novo o jogo,
O olhar que ateia fogo!

Aquele olhar entristecido,
Gozou sorriso em gemido.
Fez-se breve e apaixonado,
Pelo mundo enlouquecido.
E essa busca incessante,
De um olhar inebriante.

Aquele olhar em um gemido,
Pôs-me o êxtase de um remido.
Atassalhou sentidos atordoados,
Em beijos quentes enluarados.
Desfigurou nossos semblantes,
Fundiu num flertar de amantes.

L’(Max) 29.08.08

 

Uma ótima semana...



Escrito por L(max) às 16h26
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Paz do meu silêncio...


Olhar - L'(MAX)

Em meio ao barulho da multidão há paz,
Límpida e aconchegante de um olhar fugaz.
A noite enluarada trouxe a mim o paraíso,
Uma brisa ululante me devolveu o juízo.
Ouvi no vento um passado azul-infante,
Que sem piedade me mostrou o diante.
A paz do meu silêncio foi quebrada,
Agora é grito, é força e mais nada.
Assim ouvi o estatelar em uníssono,
Senti o doloroso despertar do sono.
E a alma renovou-se como um corte,
Cheguei buscar dos desejos a morte.
A paz do meu silêncio tornou-se o frio,
Sinto desgastar-me como pedras de rio.
A razão me mostra o solstício logo à frente,
E o final dessa tempestade negra e demente.
E no intenso, breve e claro, sol brilhar,
Farei a luz de o meu próprio dedilhar.
Aqueles sonhos que tornaste escuridão,
Nunca mais em teus amanheceres serão.
Despir-me-ei das inserções de minhas rugas,
Serei cuidadoso ao trepar com sanguessugas.
Para mim não serve mais paixões sem nexo,
Esse total e desvairado entregar-se por sexo.
Farei de minha vida um aprender constante,
Olharei para esse mundo por mais distante.
Claro! Meus sonhos são maiores que o mar,
Indubitavelmente irei descobrir o real amar.
Quanto ao eminente errar quando se flerta,
A dor é menor se for com a cabeça certa.
Reviverei de minha inerte angustia crua,
Terei o inicial sentido de uma alma nua.
Como doce poesia, desenharei novas trilhas,
Serei arrimo de todo amor em minhas filhas.
A paz do meu silêncio é latência dos meus dias,
É o tramitar das vontades açucaradas em alegrias.
Serei novamente o silêncio certo e conciso,
Manterei em minha face o sincero sorriso.
Enfim exaltarei o eu daquele olhar fugaz,
E assim na paz do meu silêncio, terá paz...

L’(Max) 16.08.08



Escrito por L(max) às 01h24
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Pedaços de amizade!

HERESIA

Se te senti nas horas de alegria
que juntos desfrutamos passo a passo.
Ou nas horas de pura poesia,
nos momentos de amor e de cansaço.

Se vi meu coração quedar-se lasso,
sofrendo, pois mordido, em agonia,
nem assim, aceitei como um fracasso.
E chorando e gemendo ainda eu ria.

Mas, se hoje amor meu, tem esse embaraço
de usar o verbo que eu não queria
faço mais um esforço nesse espaço...

Buscando forças nessa rebeldia,
quem sabe se te alegro e satisfaço,
dando-te adeus sorrindo! Em heresia...

Tânia Regina Voigt

Publicado no Recanto das Letras em 20/08/2008
Código do texto: T1137679

Soneto lindo de minha amiga Tania... Um grande abraço a todos!



Escrito por L(max) às 00h16
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Momento musical!!!!

WHITESNAKE / LOVE AIN'T NO STRANGER ACOUSTIC LIVE

Tradução:
Composição: David Coverdale/Mel Galley

Quem sabe onde o vento frio sopra,
Eu pergunto aos meus amigos, mas, ninguém sabe.
Quem sou eu pra acreditar no amor,
Oh, amor não é um estranho.

Eu olhei ao meu redor e o que vi
Pessoas de coração partido me encarando,
Todos procurando pois eles ainda acreditam
Oh, amor não é um estranho.

Eu estava sozinho e precisando de amor
Tanto que sacrifiquei tudo que eu estava sonhando,
Não ouvi nenhum aviso, mas, um coração pode dizer
Eu sentiria o vazio do amor
Que eu conheço tão bem

O amor não é um estranho,
Eu não sou um estranho.
O amor não é um estranho,
Eu não sou um estranho para o amor, não, não não

Não posso aguentar a paixão de uma alma necessitada,
Eu procurei por piedade
Quando meu coração começou a sangrar
Eu conheço o bom amor e eu sou amigo da dor
Mas, Quando eu prestei bastante atenção vi que era tudo igual.

O amor não é um estranho,
Eu não sou um estranho.
O amor não é um estranho,
Eu não sou um estranho para o amor

Quem sabe onde o vento frio sopra,
Eu pergunto aos meus amigos, mas, ninguém sabe.
Quem sou eu pra acreditar no amor,
Senhor, tenha piedade,
Amor não é um estranho,
Eu não sou um estranho.

Eu estava sozinho e precisando de amor
Tanto que sacrifiquei tudo que estava sonhando
Não posso aguentar a paixão de uma alma necessitada
Eu procurei por piedade quando meu coração começou a sangrar

O amor não é um estranho,
Eu não sou um estranho.
O amor não é um estranho,
Eu não sou um estranho para o amor.

Amor não é um estranho,
Amor não é um estranho,
Eu não sou um estranho.

 

"Sou uma pessoa feliz. Mas acontece que eu sentia falta de ser feliz ao seu lado.

Então, não se espante se um dia me encontrar chorando. Chorando lágrimas de felicidade."

(Desconhecido)



Escrito por L(max) às 01h07
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Briga de Cadelas...


Olhar - L'(MAX)

Como cadelas no cio elas disputaram meu amor.
Rosnaram sobre os ventos,
Profanaram meus rebentos,
Comeram seus próprios rabos,
Desvaindo-se aos brados.
Uma a uma, nos mesmos tempos.
Uma a uma, por vários tempos.
Uma a uma, em outros tempos.
Fodam-se com suas novas coleiras!
Nunca mais comeram meus sonetos pelas beiras.
Escrevo sem pudor a rusga de meu mal humor.
Afogando-me em uma tequila batizada,
Acabo com esse tempo em risada.
Foram cinco cadelas das mais viçosas,
Que por anos fizeram parte de minhas prosas.
Hoje são vultos de alguns tumultos,
Que fizeram estragos e só encheram meus bagos.

L´(Max) 18.07.2008

Viceral!!!



Escrito por L(max) às 00h53
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